Após aval de Gilmar, Rede volta ao STF para retirar mais de 162 bilhões do teto de gasto Após aval de Gilmar, Rede volta ao STF para retirar mais de 162 bilhões do teto de gasto Após aval de Gilmar, Rede volta ao STF para retirar mais de 162 bilhões do teto de gasto Após aval de Gilmar, Rede volta ao STF para retirar mais de 162 bilhões do teto de gasto -->

Após aval de Gilmar, Rede volta ao STF para retirar mais de 162 bilhões do teto de gasto


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O partido Rede prepara uma ação ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que todos os R$ 162 bilhões de recomposição orçamentária em 2023 fora do teto, e não só os R$ 70 bilhões direcionados ao Auxílio Brasil.

A informação foi dada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) ao site Poder360.

“Se tiver uma sinalização da Câmara de que vai votar a PEC [na versão aprovada pelo Senado, com furo no teto de mais de R$ 200 bilhões], nem precisa de embargos”, disse o parlamentar em entrevista ao portal.

Ontem (18), Gilmar Mendes concedeu liminar autorizando que o dinheiro para o Auxílio Brasil (futuro Bolsa Família) possa ser obtido pela utilização “suplementar” de crédito extraordinário via medida provisória, caso necessário.

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No despacho, Gilmar Mendes faz referência explícita à verba para a manutenção do benefício mínimo em R$ 600.

Porém, a decisão também dá cobertura ao pagamento de R$ 150 por criança de até 6 anos de famílias inscritas no programa.

O custo anual dessas duas medidas é de R$ 70 bilhões, adicionais aos R$ 105 bilhões já reservados no Orçamento 2023 para o Auxílio Brasil, mas que só cobrem um benefício de R$ 405.

De acordo com Randolfe, a liminar no STF tira o Auxílio Brasil do teto “para sempre”.

Junto com a decisão do plenário da Corte, por 6 votos a 5, que declarou inconstitucionais as emendas de relator, “repactua o jogo” no Congresso Nacional, afirmou o senador ao site.

Com base no texto da PEC fura-teto da Gastança aprovado pelo Senado, o relator-geral do Orçamento de 2023, Marcelo Castro (MDB-PI), fez uma proposta com R$ 162 bilhões fora do limite de gastos em recomposição de verba para ministérios, incluídos aí os R$ 70 bilhões para o Ministério da Cidadania pagar o auxílio.

*Gazeta Brasil

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