Polícia reseta sem querer celular de agressor de Cristina Kirchner Polícia reseta sem querer celular de agressor de Cristina Kirchner Polícia reseta sem querer celular de agressor de Cristina Kirchner Polícia reseta sem querer celular de agressor de Cristina Kirchner -->

Polícia reseta sem querer celular de agressor de Cristina Kirchner


As investigações sobre o atentado contra a vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, cometido na última quinta-feira (1º), se complicaram. 

Durante a força-tarefa para desbloquear a senha de acesso ao celular de Fernando Sabag Montiel, brasileiro apontado como autor do crime, o aparelho foi “resetado”, isto é, voltou às configurações originais de fábrica e perdeu os dados armazenados ali.

Por conta desse erro, nenhuma informação que existia no celular poderá servir como prova num futuro julgamento. Os dados telemáticos era considerados fundamentais para a averiguação da participação de mais pessoas no atentado e se o ato teria sido premeditado. As informações foram divulgadas neste domingo (4) pelos jornais “Clarín” e “La Nación”.

– É gravíssima a responsabilidade da juíza, do promotor e daqueles que manipulam o celular do acusado. Se for confirmada a informação de alguns jornalistas, iniciaremos outro processo contra todos os responsáveis por esse grande ‘erro’ judicial e/ou o possível acobertamento agravado – protestou nas redes sociais o advogado de Kirchner, Gregorio Dalbón.

Segundo a imprensa argentina, uma divisão da Polícia Federal Argentina tentou desbloquear o celular, por meio de um software, mas não obteve sucesso. Desse modo, autoridades decidiram encaminhar o aparelho, da marca Samsung, para a Polícia de Segurança Aeroportuária (PSA)

Até ser entregue à PSA, o celular ficou em um cofre, em modo avião. Dois técnicos dizem que, quando o aparelho chegou à sede da PSA, em Ezeiza, exibia na tela um aviso de ter sido formatado. Fontes da Justiça, entretanto, não descartaram a possibilidade de recuperar os dados apagados.

Cristina Kirchner foi vítima de uma tentativa de assassinato na noite de quinta-feira (1º), em Buenos Aires. O atirador, de 35 anos, apontou uma pistola para o rosto dela, mas a arma não disparou (veja vídeo acima).


Neste sábado (3), Dalbón anunciou que estuda a possibilidade de qualificar o atentado como uma tentativa de feminicídio e de ampliar a investigação para buscar cúmplices, o que só seria possível com a análise dos aparelhos eletrônicos.

*Pleno News

Postar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem

Formulário de contato