É inconcebível sequer imaginar que sejamos o único país do mundo em que isso tenha que esperar por julgamento em terceira e quarta instâncias.
Em 2016, o STF já havia decidido que seria assim no Brasil também, mas alguns ministros do órgão (incluem-se alguns nomeados pelo governo do PT) estavam tomando decisões monocráticas e contrárias ao entendimento do próprio STF […] especificamente em decisões que envolviam políticos.
Países desenvolvidos (e muitos subdesenvolvidos) têm a prática de prender condenados em primeira ou em segunda instância … e ponto final.
Se esses mesmos condenados quiserem recorrer após dois julgamentos com condenação, podem fazê-lo, mas aguardam na cadeia.
No Brasil, alguns condenados em 2ª instância recorrem ao STF já sabendo que perderão a ação […] mesmo assim o fazem para que o crime ou o tempo da punição prescreva ou até mesmo para que eles (os condenados) fiquem mais tempo em liberdade.
Isso faz com que o STF não consiga julgar a tempo todos os recursos, abrindo uma brecha para a impunidade.
Em outubro de 2016, votaram a favor da prisão após a condenação em 2ª instância:
Fonte: Diário do Brasil
