Na época, ela repostou uma publicação da vereadora Sonaira Fernandes (Republicanos-SP) com um vídeo do então candidato a presidente Lula (PT) em um ritual de candomblé, dizendo que ele “entregou sua alma para vencer essa eleição”. Michelle completou a postagem afirmando que “isso pode, né! Eu falar de Deus, não”. “Por tudo isso, a postura da investigada, apesar de ter conotação preconceituosa, intolerante, pedante e prepotente, encontra guarida na liberdade de expressão religiosa e, em tal dimensão, não preenche o âmbito proibitivo da norma penal incriminadora”, diz o procurador na decisão. A informação é do Gazeta do Povo