O STF, como deixou claro Moraes, investiga se dinheiro público sacado por Cid no cartão corporativo, bancou ilegalmente despesas de Michelle, com anuência de Bolsonaro.
A investigação havia sido solicitada pelo procurador Frederico Paiva, que considerava a existência de indícios de crime de peculato no uso de dinheiro vivo pelo primeiro casal da República.
Moraes decidiu assumir a investigação do caso por já constar no STF a apuração que quebrou os sigilos do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, hoje preso por diferentes crimes e investigado por tramar um golpe de Estado.
Créditos: VEJA.
