Marcelo Freixo não é exatamente um workaholic.
Oposicionista profissional, agora como presidente da Embratur ele está tendo dificuldades para encarar o batente na autarquia.
Freixo alega que está tendo dificuldades para promover o turismo brasileiro por falta de recursos – um problema que em última análise todas as autarquias e ministérios tem.
Apesar da reclamação, a Confederação Nacional do Comércio vai investir R$ 100 milhões por ano em ações da Embratur.
Freixo reclama do veto do presidente Lula a proposta de repassar 5% dos recursos do sistema S (Senac Sesc e SENAI) para Embratur.
Dramático, o presidente da Embratur diz que o orçamento da autarquia dura apenas até dezembro.
A dura verdade é que Freixo não tem nenhuma experiência administrativa, nem conhecimento da indústria do Turismo, sendo assim ele catimba o jogo, como um 'milongueiro' argentino, enquanto se segura no cargo.
Jornal da Cidade
