O ditador venezuelano Nicolás Maduro discursou ao congresso de seu país, no conhecido estilo impositivo e ameaçador.
Citando o presidente russo Vladimir Putin e o ‘líder’ da China Comunista, Xi Jinping, Maduro disse que já conversou por telefone com Lula e com representantes de outros países e deu a entender que há avanços para estabelecer a unificação das nações latino americanos em uma espécie de bloco único que, futuramente, vejam só, se uniria também a outros blocos do planeta.
Mas o ditador foi além e deixou escapar o que seria o primeiro passo, que remete a um dos principais ‘pilares do Foro de São Paulo’, que muitos julgavam apenas uma teoria da conspiração:
“Para que esse mundo chegue só se falta um bloco latino americano e caribenho, coeso, unido avançado… E assim anuncio, a Venezuela se apresenta à frente da batalha da construção desse mundo de Pátria Grande”.
A fala de Nicolás traz à tona ainda outras teorias chamadas de conspiratórias, como a que citava a intenção de criar por aqui algo similar o que ocorreu na Europa Oriental, quando da unificação de vários países na URSS, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Mas aqui, o nome seria URSAL, a União das Repúblicas Socialistas da América Latina.
O fato é que o discurso do déspota sanguinário da Venezuela é extremamente grave e acende, como nunca antes, o ‘alerta vermelho’.
E o pior nessa história, é que o Brasil, agora nas mãos do ex-sindicalista, se tornaria o ponto de partida dessa unificação, dado o seu poderio econômico e estratégico.
Lula está entregando o país que jamais amou… não há mais dúvida.
Jornal da Cidade