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Segundo a congressista, o entendimento do magistrado da Suprema Corte não está amparado nos termos da lei e a entrega do armamento não acontecerá dentro do prazo estabelecido de 48 horas, já que, no momento, a deputada se encontra fora do país.
“Não precisaria pedir a minha pistola, até porque não tenho só uma, tenho quatro. Não vou devolver, são meus bens. Não fui intimada e, ainda que tivesse sido, não posso [devolver]. Em 48 horas ainda estarei na Itália.
Não tem como, e pretendo recorrer quando intimada”, disse a deputada reeleita por São Paulo com a segunda maior votação do Estado. Zambelli também apontou falhas no processo e disse acreditar que a ação do STF baseia-se em “perseguição política”.
A congressista explicou que possui o porte de armas para carregá-la por toda a extensão territorial do país e que, por isso, é errônea sua acusação de porte ilegal.
Na sequência, Carla ressalta que sacou a arma em local aberto, sem a presença de outros envolvidos, e pontua a informação da perícia de que oito pessoas estavam envolvidas no ato de ameaça à deputada. “Foi tudo bastante tramado para tentar me pegar na saída do restaurante. Se você analisar a lei, eu fiz tudo corretamente”, disse.