MST acena com retomada de invasões de terras em caso de vitória de Lula MST acena com retomada de invasões de terras em caso de vitória de Lula MST acena com retomada de invasões de terras em caso de vitória de Lula MST acena com retomada de invasões de terras em caso de vitória de Lula -->

MST acena com retomada de invasões de terras em caso de vitória de Lula


João Pedro Stédile, liderança do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), indica que as “mobilizações de massa” do grupo podem voltar a acontecer caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vença as eleições em outubro. A fala de Stédile ocorreu em um podcast do site de esquerda Brasil de Fato, informou a revista Veja.

“É quando a classe trabalhadora recupera a iniciativa na luta de classes, então ela passa a atuar na defesa de seus direitos da mínima forma, fazendo greves, fazendo ocupações de terra, ocupações de terreno, mobilizações, como foi naquele grande período de 78 a 89”, disse.

O MST criou “comitês populares de luta” em todo o país para apoiar a candidatura de Lula. No podcast, Stedile disse que já foram criados cerca de 7 mil comitês em assentamentos da reforma agrária. “Acho que a vitória do Lula, como se avizinha, vai ter como uma consequência natural, psicossocial nas massas, de um ‘reânimo’ para nós retomarmos as grandes mobilizações de massa”, disse o militante de esquerda.

O líder do MST destacou que durante o governo Bolsonaro houve um “refluxo do movimento de massas”.

Nos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), os sem-terra invadiram quase 2,5 mil fazendas. A administração de Lula registrou cerca de 2 mil invasões. Na era Dilma Rousseff (PT), por sua vez, houve menos de mil crimes dessa natureza.

 Os números mostram que o atual governo, liderado por Jair Bolsonaro (PL), apresenta um desempenho melhor até mesmo que o verificado na gestão de Michel Temer (MDB), que durou de agosto de 2016 a dezembro de 2018: foram 54 invasões durante o tempo em que o emedebista esteve à frente do Palácio do Planalto, enquanto nos últimos quase quatro anos elas não passaram de 15.

*Pleno News

Postar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem

Formulário de contato