Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados, na manhã desta quinta-feira (22/09), como noticiado pelo Vista Pátria, pediu a punição dos institutos de pesquisas que “erram demasiado ou intencionalmente”, por meio da plataforma Twitter. Veja aqui
Com a repercussão do post em tom negativo pelas mídias de esquerda, como a Folha de São Paulo, que acusou o parlamentar de “lançar insinuações sobre pesquisas” e, a jornalista Mônica Bergamo, afirmar que Lira “partiu para o ataque”, o deputado federal diz que não acusou “nenhum instituto de manipular pesquisa”.
Segundo o post de Lira, ele “apenas, como milhares de brasileiros”, não entende tantas divergências” e alerta: “Quem vestiu a carapuça precisa se explicar.”.
Por fim, Bergamo sacou a carta da Ciência: “Pesquisas balizam decisões de governos e de empresas na democracia. CIÊNCIA!”. Pesquisas eleitorais estão se tornando o novo dogma inquestionável. Assim como a pandemia, vacinas contra o vírus chinês e a urna eletrônica.
Não acusei nenhum instituto de manipular pesquisa. Apenas, como milhares de brasileiros, não entendo tantas divergências de números. Devemos agir dentro da legalidade para evitar manipulações. Quem vestiu a carapuça precisa se explicar. https://t.co/aXPxYENCDa
— Arthur Lira (@ArthurLira_) September 22, 2022
Lira ataca institutos que apresentam resultados divergentes. Ele poderia dar os nomes aos bois (ou ao boi). Datafolha, Ipec, Ipespe, Quaest e FSB têm COINCIDIDO, dentro das margens de erro. Lula tem de 44% a 47% (margens de erro de 2 a 3 pts), e Bolsonaro, entre 31% e 35%. https://t.co/RCnFQXgiQx
— Mônica Bergamo (@monicabergamo) September 22, 2022
1. Não há divergências entre os principais institutos. 2. Ninguém é obrigado a entender de pesquisa. Mas pode se informar. 3. Pesquisas balizam decisões de governos e de empresas na democracia. CIÊNCIA! 4. No estado de direito, quem acusa tem que provar, e não o contrário. https://t.co/RO2oZpjhD3
— Mônica Bergamo (@monicabergamo) September 22, 2022