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Prevendo vexame histórico, Rodrigo Maia desiste de disputar eleição.


O deputado licenciado Rodrigo Maia (PSDB) anunciou na noite de 3ª feira (5.abr.2022) que não vai se candidatar ao seu 7º mandato na Câmara.

 O político chegou a deixar o cargo de secretário de Projetos e Ações Estratégicas no governo de São Paulo na semana passada para poder concorrer, mas desistiu e reassumiu o posto na 2ª feira (4.abr). Depois de ser presidente da Câmara dos Deputados duas vezes, Maia avalia que “já ocupou quase todas as posições na Casa” e não pretende se acomodar no papel de congressista.
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“Quero cumprir um ciclo no Executivo e me reciclar. Quero aprender mais sobre gestão e orçamento público para que no futuro eu possa ter outros desafios na política ou até no setor privado”, escreveu em post no Instagram. 

“Minha decisão de assumir a presidência da federação do PSDB e Cidadania no Rio é um alinhamento com o prefeito do Rio, Eduardo Paes [PSD] . Estaremos juntos com a candidatura que ele apoiar”, explicou.

Maia citou os nomes do ex-presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) Felipe Santa Cruz, do ex-prefeito de Niterói Rodrigo Neves (PDT) e do seu pai, Cesar Maia, ex-prefeito e atual vereador do Rio de Janeiro.


Hoje, o deputado licenciado também é coordenador do plano de governo do ex-governado de São Paulo e candidato à presidência da República João Doria (PSDB). 

Em entrevista ao Estadão, publicada na 3ª feira, disse que seguirá no cargo e se dedicará à política fluminense nos finais de semana. Sobre as eleições de nacionais, 

Maia rejeitou o rótulo de 3ª via e disse que o seu partido deve se posicionar como de centro-direita. “O eleitor de centro pode decidir a eleição, mas não é majoritário. O PSDB é o principal partido de contraponto ao PT”, avaliou.

Ele disse não querer se envolver nos conflitos internos do PSDB, apesar de trabalhar para a campanha de Doria, um dos temas que mais divide o partido atualmente. Para isso, falou que vai se “ater aos temas técnicos” da campanha.

 Na visão do ex-presidente da Câmara, o seu partido deve se posicionar à direita do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). E, só assim, encontrará o seu espaço para brigar contra a “direita não democrática” do presidente Jair Bolsonaro (PL).


Na hipótese de um 2° turno entre ambos, Maia disse que deve votar no petista..


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