É um total desrespeito com cidadãos que usam o aplicativo de forma lícita e positiva e que, no fim, vão ser os maiores prejudicados com a decisão. Se há problemas, que se puna os verdadeiros culpados, mas não todos os usuários.
Hoje o Brasil entrou para o rol dos poucos países ditatoriais do mundo que proibiram o Telegram, como Cuba, China, Irã e Rússia. Mais uma vez o Supremo extrapola suas competências e interfere na vida do cidadão.
Um verdadeiro absurdo!
Confira abaixo a lista de países ditatoriais no mundo que censuraram o Telegram:
Entre os países que suspenderam o Telegram temporariamente, estão Rússia (entre maio de 2018 e junho de 2020), Cuba (em julho de 2021), Paquistão (de novembro de 2017 a março de 2018 e em abril de 2021) e Tailândia (outubro de 2020), todos com a intenção de dificultar a organização de protestos contra os governos vigentes.
Entre os que restringem alguns canais, considerados extremistas e terroristas, estão Belarus, Indonésia, Azerbaijão e Índia. A Alemanha se uniu a esse grupo no último dia 13 de fevereiro, ao conseguir conversar com representantes do Telegram para excluir 64 canais considerados desinformativos ou que agregavam discursos de “ódio e incitação”.
Entre os que restringem alguns canais, considerados extremistas e terroristas, estão Belarus, Indonésia, Azerbaijão e Índia. A Alemanha se uniu a esse grupo no último dia 13 de fevereiro, ao conseguir conversar com representantes do Telegram para excluir 64 canais considerados desinformativos ou que agregavam discursos de “ódio e incitação”.
Após o contato com a empresa, a ministra do Interior da Alemanha, Nancy Faeser, disse que continuará seu esforço para que a plataforma coopere com as leis alemãs ao Süddeutsche Zeitung, e afirmou que há crescentes ondas de “ódio” na plataforma, bem como “ameaças contra o povo e a democracia”. “O Telegram não deve mais ser um acelerador para extremistas de direita, teóricos da conspiração e outros agitadores. Ameaças de morte e outras mensagens perigosas de ódio devem ser apagadas e ter consequências legais. A pressão está funcionando”, acrescentou Faeser.