A Procuradoria-Geral da República (PGR) terá que se manifestar sobre o caso do apresentador Danilo Gentili. O pedido foi feito pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)
Alexandre de Moraes. O humorista é acusado de oferecer “grave ameaça ao livre exercício dos Poderes, mais precisamente do Poder Legislativo nacional”. Nas redes sociais, Gentili teceu críticas aos parlamentares e foi processado pelo deputado federal Celso Sabino (PSDB-PA). A ação é coordenada pelo congressista Luis Tibé (Avante-MG), responsável pela procuradoria da Câmara.
O juiz do STF citou que, embora Gentili não possua prerrogativa de foro privilegiado perante o Supremo, o caso segue na Corte pela suposta conexão com o caso do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), preso há cerca de um mês.
O juiz do STF citou que, embora Gentili não possua prerrogativa de foro privilegiado perante o Supremo, o caso segue na Corte pela suposta conexão com o caso do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), preso há cerca de um mês.
“O requerido Danilo Gentili Júnior não possui prerrogativa de foro perante o Supremo Tribunal Federal; entretanto, em face da alegada conexão processual com os fatos apurados no Inquérito nº 4781/DF, encaminhe-se ao Procurador-Geral da República”, informa trecho da decisão de Moraes, proferida na quinta-feira 4.
No processo, a procuradoria da Câmara pede a prisão de Gentili. Em um tuíte, o apresentador escreveu: “Eu só acreditaria que esse país tem jeito se a população entrasse agora na Câmara e socasse todo deputado que está nesse momento discutindo PEC de imunidade parlamentar”. A mensagem foi apagada.
*Revista Oeste
No processo, a procuradoria da Câmara pede a prisão de Gentili. Em um tuíte, o apresentador escreveu: “Eu só acreditaria que esse país tem jeito se a população entrasse agora na Câmara e socasse todo deputado que está nesse momento discutindo PEC de imunidade parlamentar”. A mensagem foi apagada.
*Revista Oeste
