O início desta semana não tem sido fácil para a prefeitura de Bauru (SP), Suéllen Rosim (Patriota). Xingada publicamente pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ela admitiu estar enfrentando “dias difíceis”. Isso porque o tucano a chamou de “negacionista” e a acusou de ser “vassala” do presidente Jair Bolsonaro.
A postura de Doria contra a prefeitura de Bauru foi registrada durante coletiva de imprensa realizada na última segunda-feira, 1º de fevereiro. Suéllen, por sua vez, posicionou-se na noite desta terça-feira, 2. Ela participou de Os Pingos nos Is.
Na entrevista à Jovem Pan, Suéllen rechaçou a ideia de ser negacionista, como afirmou Doria. Ela indicou ter tomado decisões de enfrentamento à covid-19 com base no parecer de comitê técnico que a acompanha na prefeitura de Bauru. Além disso, observou que agiu, sim, em favor de determinados segmentos classificado como “não essenciais” pelo Estado de São Paulo.
“Para um pai de família, ter o seu salão de beleza aberto passa a ser um serviço essencial”, disse a integrante do Patriota. Admitindo que a quantidade de leitos disponíveis na cidade é um problema, ela pontuou que a situação não deve ser encarada como caos de saúde pública. “Comparar Bauru a Manaus é trazer um pânico extremamente desnecessário”, complementou.
Fonte: Revista Oeste
