O não pagamento por serviços publicitários durante as eleições de 2014 fez o PT entrar na mira da Justiça de São Paulo. De acordo com o portal UOL, o diretório paulista do partido teve penhorado R$ 2,6 milhões. A informação foi tornada pública nesta semana.
A ação contra o PT foi movida pela Diorsi Comércio de Brindes. Na ação, a empresa afirma que forneceu materiais de divulgação, como bandeiras, para as campanhas petistas para o governo de São Paulo e para a presidência da República na ocasião. Em 2014, o PT apostou na candidatura de Alexandre Padilha para o governo paulista e teve Dilma Rousseff em busca da reeleição ao Palácio do Planalto.
Os advogados da Diorsi Comércio de Brindes afirmam que o trabalho foi devidamente prestado, mas que o pagamento não ocorreu até hoje. Além disso, a empresa define o calote petista como um dos fatores responsáveis pela paralisação das atividades, em 2015. Nos autos, fala-se em “precária situação econômica.”
Partido deve e não nega
Na Justiça, a equipe do PT admite ter contratado os serviços de publicidade da Diorsi Comércio de Brindes. Afirma, contudo, que a contratação se deu apenas de modo “verbal”.
Nesse sentido, haveria, segundo a legenda, o acordo de a dívida eleitoral ser integralmente quitada em parcelas a serem pagas no decorrer de quatro anos. O que ocorreria “conforme a possibilidade financeira e sem acréscimo de juros ou correção monetária.”
Dos R$ 2,6 milhões da dívida, a Justiça só encontrou R$ 31,6 mil nas contas administradas pelo diretório do PT no Estado de São Paulo. Assim, a empresa que sofreu o calote pode pedir a penhora dos bens do partido.,
Fonte: Revista Oeste
Dos R$ 2,6 milhões da dívida, a Justiça só encontrou R$ 31,6 mil nas contas administradas pelo diretório do PT no Estado de São Paulo. Assim, a empresa que sofreu o calote pode pedir a penhora dos bens do partido.,
Fonte: Revista Oeste
