Na última semana, o Presidente da República Jair Bolsonaro concedeu uma entrevista ao vivo para o apresentador da Band Datena do programa Brasil Urgente.
Na Sexta-feira, 15 de Janeiro, Bolsonaro rebateu as críticas que o Governador do Estado de São Paulo, João Doria, e o Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, fizeram, ao responsabilizá-lo pela crise e pelas mortes geradas pela pandemia no Brasil.
O Preisdente Bolsonaro chamou João Doria de “moleque”, e disse que o tucano se aliou a Maia para o tirá-lo do cargo. Além disso, disse que a falta de corrupção os incomoda:
“Eles querem essa cadeira (de presidente) para roubar, para fazer o que sempre fizeram. Estamos dois anos sem corrupção, isso incomoda Maia e Doria”, afirmou o presidente.
Completou dizendo que ele vai continuar fazendo o seu trabalho, porque não têm do que acusá-lo:
“Esse inferno que querem impor na minha vida não vai colar. E eu vou continuar fazendo meu trabalho. Não têm do que me acusar. Tem 40 a 50 processos de impeachment, não valem nada”, em referência aos pedidos apresentados na Câmara que ainda aguardam uma decisão de Maia.
Fonte: Gazeta Brasil
Na Sexta-feira, 15 de Janeiro, Bolsonaro rebateu as críticas que o Governador do Estado de São Paulo, João Doria, e o Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, fizeram, ao responsabilizá-lo pela crise e pelas mortes geradas pela pandemia no Brasil.
O Preisdente Bolsonaro chamou João Doria de “moleque”, e disse que o tucano se aliou a Maia para o tirá-lo do cargo. Além disso, disse que a falta de corrupção os incomoda:
“Eles querem essa cadeira (de presidente) para roubar, para fazer o que sempre fizeram. Estamos dois anos sem corrupção, isso incomoda Maia e Doria”, afirmou o presidente.
Completou dizendo que ele vai continuar fazendo o seu trabalho, porque não têm do que acusá-lo:
“Esse inferno que querem impor na minha vida não vai colar. E eu vou continuar fazendo meu trabalho. Não têm do que me acusar. Tem 40 a 50 processos de impeachment, não valem nada”, em referência aos pedidos apresentados na Câmara que ainda aguardam uma decisão de Maia.
Fonte: Gazeta Brasil
