Indicar para o STF é como escalar a seleção Brasileira, diz Presidente Bolsoanro Indicar para o STF é como escalar a seleção Brasileira, diz Presidente Bolsoanro Indicar para o STF é como escalar a seleção Brasileira, diz Presidente Bolsoanro Indicar para o STF é como escalar a seleção Brasileira, diz Presidente Bolsoanro -->

Indicar para o STF é como escalar a seleção Brasileira, diz Presidente Bolsoanro




Como vem fazendo desde o fim da semana passada, o presidente voltou a defender sua decisão de indicar o desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) Kassio Nunes para a vaga de Celso de Mello, que vai se aposentar do Supremo em outubro.


O nome de Marques tem sido atacado com base na atuação dele na magistratura e em suas convicções: desde a liberação para uma licitação do STF que previa a compra de alimentos como lagostas e vinhos caros; passando por uma suposta proximidade ao PT, a pecha de “desarmamentista” atribuída a ele e até o apoio que recebe da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Segundo o presidente, a indicação para a vaga é como “seleção brasileira”.

– É muita crítica ai de quem eu tô indicando pro Supremo, ou não? É que indicação pro Supremo, para muita gente ficou igual escalar a seleção brasileira: todo mundo tem seu nome, e aquele que não entrou o nome dele reclama, ai começa a acusar o cara de tudo. Esse mesmo pessoal, no passado, queria que eu botasse o Moro – disse.

O presidente disse que Marques era “católico e tem uma certa vivência na área militar”. Em seguida, voltou a defender que quem decidiu pela permanência do italiano Cesare Battisti no Brasil foi o Supremo, e não o desembargador, e que a decisão de Marques que derrubou a liminar que proibia a compra de lagostas e vinhos caros no STF foi por uma questão jurídica.

– Mentira aquela questão que votou para o Battisti ficar aqui, quem disso isso foi o STF, não foi ele, decidiu em 99. O negócio das lagostas: é que a liminar não pode proibir isso ou aquilo que o Supremo pode comprar. Tem que ver se o processo licitatório estava legal e estava legal – disse.

Bolsonaro também falou que Marques não era desarmamentista e, citando o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, defendeu que o indicado não era comunista, por ter relações com governos do PT.

– Acusa ele de comunista: ‘Ah, ele trabalhou com o PT’. Pô, o Tarcísio trabalhou com o PT. Parece que o ministro da Defesa também trabalhou para o PT. Um montão de militar serviu no governo do PT – lembrou.

Fonte: Pleno News

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